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{Resenha} O Garoto do Cachecol Vermelho, Ana Beatriz Brandão

19 janeiro 2017

Resenha de LivroOi amores tudo bem?
Hoje vim com a resenha do O Garoto do Cachecol Vermelho, já tem gente esperando a resenha que eu sei, então a espera acabou \o/
Este livro recebi em um press-kit da Lilian Comunica, eles enviaram para resenha, e finalmente consegui ler, o livro tem uma narrativa muito boa e por este motivo acabei rapidinho.

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O garoto do cachecol vermelho Ana Beatriz Brandão
Uma história comovente, recheada de drama, suspense e romance
Melissa é uma garota linda, rica e mimada, que sempre consegue o que quer e tem todos na palma da mão. Ela acredita que a carreira de bailarina é a única coisa que realmente importa, porém suas certezas são abaladas quando faz uma aposta com um garoto misterioso, que parece ter como objetivo virar sua vida de cabeça para baixo. De repente, Melissa se vê dividida entre dois caminhos: realizar seu maior sonho, pelo qual batalhou a vida inteira, ou viver um grande amor. Mas, não importa aonde ela vá, todas as direções apontam para o garoto do cachecol vermelho... Com esta história intensa e apaixonante, Ana Beatriz Brandão vai emocionar e surpreender o leitor, provando que é uma jovem autora que tem muito a dizer.
Edição: 1
Editora: Verus
ISBN: 9788576865353
Ano: 2016
Páginas: 294
A edição do livro é super bonita, tem uma diagramação simples, porém bem delicada, um sumário legal que separa os capítulos, os títulos de cada um são legais, são 42 capítulos, curtos e com uma narrativa simples.
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No livro conhecemos Melissa, a Mel, ela faz faculdade de dança, é bailarina formada já, estuda balé desde menina, seu maior sonho é estudar balé na renomada Juilliard, porém Mel, além de ser uma excelente bailarina, é mimada, mal educada, preconceituosa, e acha que tem o rei na barriga (palavras minhas), mas as coisas com ela mudam. Mel age assim por causa de sua mãe que não é presente, viaja a trabalho o todo todo e a moça ficou a mercê e acaba fazendo tudo que quer e mostrando também que ela é infeliz e não liga para a vida.
Daniel , o Dan, é totalmente ao contrário. É educado, um menino inteligente, quer o bem das pessoas, faz faculdade de música, gosta de ajudar o próximo, é humilde e lindo. E tem um detalhe marcante, sempre está com um cachecol vermelho no pescoço.
Eles se esbarram nas comemorações de final de ano, quando Dan está fazendo arte na mesma rua que Mel está bebendo com os amigos, a moça faz birra com ele logo de cara, o chamando de vandalo, mas Dan, como é chamado sente que Mel tem algo de diferente.
Quando as aulas começam, Mel descobre que estudam na mesma Universidade, Dan esbarra com ela e a leva a uma instituição chamada AbraELA – Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica, ele tem um motivo muito forte por ajudar as pessoas do local. Claro que Mel não gosta da ideia, vai por birra, o que faz as coisas complicarem muito mais.
Entre contros e desencontros, Dan faz uma proposta para Mel, ele terá um tempo para mostra-la que a vida vale a pena…
E como vale a pena. O livro é cheio de momentos lindos, mesmo aqueles que parecem tensos, pois a vida de Mel é bem agitada, O Garoto do Cachecol Vermelho, trás uma história de amor linda, com protagonistas bem escritos, uma desenvoltura de personagens muito grande com momentos que nos fazem suspirar.

Resenha: A Fila, Ana Esterque

17 janeiro 2017

Por Elaine Moreira.
Resenha de Livro
  Olá pessoal!!
Primeira leitura do ano e já começou daquele jeito.
A Fila é um livro muito surpreendente que choca pela simplicidade dos fatos.

capa- A-FilaA FILA Ana EsterqueO livro A Fila é composto por 10 narrativas, permeadas por temas polêmicos – como incesto e violência contra a mulher. Além disso, as histórias levam o leitor a uma reflexão sobre o vazio e a delicadeza da alma.
Edição: 1
Editora: Chiado
ISBN: 9789895183746
Ano: 2016
Páginas: 88
Tem contos sobre vários pequenos detalhes do cotidiano e que nos faz perceber o quanto, como humanos, somos parecidos.
Me chama a atenção a reação dos personagens às adversidades da vida. Como cada detalhe importa, faz a diferença. Os contos são curtos e bem fluidos de se ler. A autora, Ana Esterque,  tem uma narrativa muito envolvente e sabe o momento certo de encerrar a história para nos deixar refletindo.
O conto que dá nome ao livro me deixou chocada com a sua crueza. Em um mundo em que tudo falta, em uma realidade difícil, uma família tenta receber do governo um refrigerador, bem que vai impactar a vida da família.
Trazer um pouco de conforto e estabilidade em uma vida tão sofrida.Em meio a uma descrição de personagens, uma garota vê em seus ombros a responsabilidade gigantesca de permanecer na fila para representar a mãe.

A forma como o conto vai ganhando outra dimensão, outro sentido é muito interessante e termina de uma forma surpreendente, mostrando como as vezes, em meio ao caos nos voltamos para as coisas pequenas, para o que podemos suportar.

Outro conto, “Boa noite, Isabela” me deixou também bastante tocada. Uma história simples e despretensiosa que vai nos levando para um caminho feio e desconfortável, o da violência contra a mulher. Sério. Esse conto me fez pensar em como nós mulheres, parece que não podemos baixar a guarda nunca. Devemos estar sempre atentas e desconfiadas.
a fila
E isso me chamou muito a atenção porque desde o momento que iniciei a leitura já percebi que algo não estava certo. Veja, como estamos programadas para procurar problemas, para nos resguardar.
Isso é triste e é real e como me incomoda.

Esse tipo de literatura serve para nos tirar da zona de conforto, para nos abrir os olhos e fazer ver que outras realidades existem. Serve para nos fazer pensar como reagiríamos caso aquela tragédia nos atingisse.
Um grande abraço e até a próxima resenha!!

{Vídeo} Meta diária de leitura

15 janeiro 2017

meta de leitura03
Oi amores tudo bem?
Hoje trouxe mais um vídeo no canal, apesar do calorão tenso, consegui gravar mais um essa semana ♥
No vídeo falei um pouco sobre a meta de páginas que gostariaria de ler em 2017.
Ano de 2015/2016 não consegui aproveitar tanto as minhas leituras como eu gostaria, principalmente porque começava a ler um livro e ficava até uma semana sem pega-lo novamente, isso fazia com que o ritmo da leitura caísse muito e a história não ficava mais na cabeça.

Quis mudar um pouco isso, vamos ver se o ritmo vai ficar o mesmo até final do ano ♥ Torcemos para isso.
Curtam o vídeo, não custa nadinha você ir até o youtube, compartilhe e deixei sua opinião ♥


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Helana O'hara
Sobre o Autor "Sou tímida, quem diria, e me sinto desconfortável no meio de muita gente. Não sei ter relações meramente sociais: fico amiga ou não fico nada, o tititi mundano está acima de minhas capacidades. Adoro estar nos lugares, olho tudo, sou curiosa, gosto de ouvir o que as pessoas dizem, mas, quando elas são muitas, eu preferia ser uma mosca.” {Danuza Leão} Petites + In The Sky + Dave Grohl + James Franco + Anna Friel + Ryan Gosling + Música + Cinema e louca por livros! {www.epetites.blogspot.com.br} {www.intheskyblog.blogspot.com.br} Bem vindo sempre!

Resenha: Aqui é o Melhor Lugar, Cecelia Ahern

14 janeiro 2017

Resenha de LivroOi amores tudo bem?
Hoje a resenha é de um livro que estava querendo ler algum tempo. Aqui é o Melhor Lugar é um dos livros da Cecelia Ahern publicados pela Rocco, se não me falhe a memória existem pelos menos 8 livros publicados da autora no Brasil por editoras diferentes, ou seja, é uma bela caça.
Este livro, troquei no Skoob, então imagem minha alegria quando o vi disponivel.
Vamos a resenha?

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Aqui é o melhor lugar

Para Onde Vai o que Perdemos?

Neste conto de fadas contemporâneo, Sandy Shortt decide transformar sua obsessão de infância - encontrar coisas e pessoas perdidas - abre uma agência especializada em achar gente desaparecida. Numa dessas procuras, ela mesma desaparece, caindo num 'mundo mágico' onde encontra praticamente tudo e todos considerados perdidos. Agora, ela tem somente um desejo - voltar para casa.
No livro, a protagonista é a jovem Sandy Shortt. Desde os dez anos de idade, a garota é obcecada em encontrar coisas e pessoas perdidas. O início dessa louca procura começa com o desaparecimento, sem pistas ou rastros, da pequena Jenny-May Butler, vizinha e companheira de classe, de mesma idade. Não que sentisse afeto pela menina, pelo contrário, mas não cabia em sua pequena cabeça como algo poderia, simplesmente, desaparecer – a colega deveria estar em algum lugar.
Aqui é o melhor lugar é uma história encantadora e envolvente de uma jovem com dificuldades para lidar com perdas e com os desencontros da vida adulta que se inicia. Um conto de fadas contemporâneo, no qual perder-se e reencontrar-se são atalhos para a descoberta do amor.
Edição: 1
Editora: Rocco
ISBN: 9788532524171
Ano: 2009
Páginas: 382
Tradutor: Rosana Watson


Aqui é o Melhor lugar é um livro em estilo pocketbook, a capa do livro é inteligente, usando de sapatos vermelhos, não foi por acaso, a história do livro é quase uma versão moderna dde Doroty de O Mágico de Oz, que se perde e quer voltar para casa depois.
O livro tem cerca de 380 páginas, dividas em 55 capítulos, as páfinas brancas me incomodaram um pouco na leitura, mas acreditem, nada tira o brilho da excelente história.


Cinema&Café: A Chegada

12 janeiro 2017

cinema e café
Marina Landert
A Chegada (2016)
Ficha técnica
Diretor: Denis Villeneuve
Elenco: Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Withaker.
Sinopse: Com a chegada de objetos interplanetários na Terra, a especialista em linguística Dra. Louise Banks (Amy Adams) é convocada por militares para traduzir as mensagens enviadas pelos alienígenas e entender qual é o objetivo da “visita”.
Olá pessoal, tudo bem?
Mais um ano chegou e assim para iniciar bem 2017 trago no primeiro Cinema & Café a resenha de um dos filmes que mais gostei de 2016 e é daqueles que fazem você segurar o fôlego do começo ao fim, A Chegada (2016).
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Dirigido por Denis Villeneuve (Sicario e Os Suspeitos), A Chegada trouxe aos cinemas uma temática muito querida por Hollywood, a de vida alienígena, abordada em filmes como E.T. (1982), Independence Day (1996), MIB (1997), Contato (1997), Super 8 (2011), entre outros. Confesso que quando vi o anúncio de A Chegada não me surpreendi muito e não despertou minha curiosidade, uma vez que sobre o tema já tinha assistido no ano a continuação de Independence Day (um dos piores filmes que vi). No entanto, após ouvir ótimas críticas sobre o filme fui finalmente conferir.
A Chegada narra a história do aparecimento de objetos e seres interplanetários à Terra dispostos em diversas localizações. A Dra Louise Banks (Amy Adams), uma linguística que se vê dividida entre o presente e flashbacks de sua filha adolescente, morta por um câncer de pulmão, é convocada pelo Exército Americano, especialmente pelo Coronel Weber (Forest Whitaker) para identificar e traduzir as mensagens desses seres e descobrir suas reais intenções no planeta. Para isso, ela conta com a ajuda do físico Ian Donnelly (Jeremy Renner).
Desde o início, o diretor consegue quebrar a expectativa inicial para um filme de ficção científica, normalmente com mais ação e os alienígenas como vilões. Aqui encontramos uma abordagem mais clássica, que muito me lembrou Contato (1997) e obras mais tradicionais do gênero. Utilizando uma trilha sonora quase ambiente ele impõe um ritmo lento e gradual, ao mesmo tempo que consegue segurar a tensão durante toda a extensão do filme.



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